Livros infantis para trabalhar a inclusão com os alunos
Os profissionais dedicados à educação em geral em muitos momentos necessitam de material de apoio que permita tornar a leitura mais acessível principalmente naquelas salas onde se tem uma criança especial. Os livros ajudam os alunos a entender um poquinho melhor sobre a deficiência e a diferença de cada um.
Utilize os livro para valorizar as infinitas diferenças que existem entre cada criança, e não para fortalecer a imagem do aluno com algum tipo de deficiência.
Nada melhor do que ter a iniciativa e tentar aproximar e estimular o caminho da leitura a todos eles, contribuindo para romper com as barreiras na comunicação e tornando mais compreensível o mundo dos especiais a todos os alunos.
-Alguém muito especial - 2ª edição
Miriam Portela
Editora:Moderna
-Gabriel e as visitas especiais
Ana Constança Katsuya
-Luiza (sobre uma criança com Sindrome Down)
Cristina Maria Rosa
-Pé na estrada
Ari Hesck
Editora: Imprensa livre
-Julia e seus amigos
Lia Crespo
Editora: Nova Alexandria
-Rodrigo enxerga tudo
Markiano Charan Filho
Editora: Nova Alexandria
-Ninguém é igual a você!
Andrea Pinto Filipecki
-Patinho Feio
Margarida Nunes da Ponte e Anabela Caiado
-Chibos Sabichões
Olalla González e Federico Fernández
-Dança Down - Livro infantil com braile
Cláudia Coles
Editora Paulinas
-Dorina Viu
"Dorina Viu" conta a infância de Dorina Nowill, criadora da fundação que leva seu nome e a maior instituição para cegos do país.
Editora Paulinas
-A Felicidade das Borboletas - Série Amigos Especiais
Patrícia Engel Secco
Editora Melhoramentos. A partir de 6 anos.
-Coleção Meu Amigo Down
Claudia Werneck,
WVA Editora, A partir de 6 anos.
-Um Amigo Diferente?
Claudia Werneck
WVA Editora. A partir de 6 anos.
-A Flauta do Sótão
Lúcia Pimentel Góes
Paulus Editora.A partir de 6 anos.
-Um Dia Especial para Laurinha - Série Amigos Especiais
Ana Claudia e Ana Lucia e Bastos
Editora Melhoramentos.A partir de 6 anos.
-Patrícia
Stephen Michael King
Editora Brinque-Book. A partir de 6 anos.
-Meninos e Meninas do Mundo - Diferenças de raça, religião e físicas
Núria Roca,
Ed. Caramelo. A partir de 3 anos.
-Orelha de Limão
Katja Reider, Ed. Brinque-Book, sobre uma ovelha diferente. A partir de 6 anos.
-Esta é Sílvia - sobre deficiência física
Jeanne Willis e Tony Ross,
Ed. Salamandra, A partir de 6 anos.
-O Menino Que Via com as Mãos
Alexandre Azevedo
Ed. Paulinas. A partir de 5 anos.
-O Menino e a Foca - sobre amizade e deficiência física.
Michael Foreman
Ed. Ática, A partir de 8 anos.
UM MUNDINHO PARA TODOS
Ingrid B. Bellinghausen
Ed. DCL
FLICTS
Ziraldo
Ed. Melhoramentos,
NA MINHA ESCOLA TODO MUNDO É IGUAL
Rossana Ramos
Ed. Cortez
ESTRELAS TORTAS
Walcyr Carrasco
Ed. Moderna
Criança genial
Autora: Cláudia Cotes
Editora: Paulinas
JOÃO, PRESTE ATENÇÃO!
Autora: Patrícia Secco
COLEÇÃO: CIRANDA DAS DIFERENÇAS
Esta obra contém 10 livros + 10 CD-Rom:
*UMA TARTARUGA A MIL POR HORA: Conta a história de uma tartaruga diferente, que aos invés de fazer tudo devagar como as outras, fazia tudo muito rápido, parecendo que tinha rodinhas nos pés. Como resolver toda esta agitação?
*A ESCOLA DA TIA MARISTELA: Conta a história de uma escola pra ensinar golfinhos a participarem de espetáculos aquáticos. Certo dia, recebe uma nova aluna que não aprendia como os outros. Será que Sofia iria desistir de seus sonhos?
*A FAMÍLIA SOL, LÁ, SI...: Este é um livro que conta a história de uma família de elefantes roqueiros, porém um de seus integrantes, Nando, nasce com uma deficiência. Será que arrumarão um jeito de incluir o elefantinho nesta banda?
*NEM TODAS AS GIRAFAS SÃO IGUAIS: Trata da história de uma girafa que não tinha a mesma altura que as outras, mas mesmo assim, tinha o sonho de ser uma jogadora de basquete. Será que ela vai arrumar uma forma de participar do tão esperado campeonato da escola?
*O CHARME DE TUCA: Conta a história de um coelho que descobre que a razão de suas notas baixas era devido ao seu problema visual. Será que depois de solucionado esse problema suas notas irão melhorar?
*DOGNALDO E SUA NOVA SITUAÇÃO: Conta a história de um cachorro que sofre um acidente e fica numa cadeira de rodas. Como será que ele e sua família vão lidar com essa nova situação?
*UMA FORMIGA ESPECIAL: Conta a história de Danilo, uma formiga que nasce cega. Danilo tinha muita vontade de ajudar no sustento do formigueiro, mas como será que ele e sua família vão conseguir enfrentar essa dificuldade?
*UMA AMIGA DIFERENTE: Conta a história de um zangão filhote que conhece uma abelha diferente das outras e descobre neste contato uma amizade para toda a vida.
*O CANTO DE BENTO: Conta a história de um maestro bem-te-vi que tinha o sonho de ter um filho que continuasse seu trabalho na jabuticabeira. As coisas vão ter que ser adaptadas quando descobrem que Bento, o filho do maestro, não sabia cantar como os outros pássaros.
*O PROBLEMA DA CENTOPÉIA ZILÁ: Conta a história de uma centopéia que tinha uma de suas perninhas mais curta que as outras. Quando resolve diminuir a diferença entre suas pernas recebe uma grande surpresa da vida.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
E se seu filho fosse usuario do twitter
Você é usuário do Twitter? Seus familiares sabem disso? Mesmo assim, você está com a consciência tranquila?
Em um clima bem humorado, um rapaz entrevista pessoas na rua perguntando o que elas fariam se o filho delas usasse o Twitter. A maioria dos entrevistados desconhece completamente a rede social e a encara como um verdadeiro problema de política pública - o que acaba gerando respostas bastante engraçadas.
O vídeo, que voltou a bombar recentemente, é um recorte e contém apenas a parte em que o humorista pergunta sobre o Twitter. Contudo, no vídeo original, o repórter começa a conversa falando sobre drogas, induzindo as pessoas a acharem que "Twitter" também é um tipo de substância ilícita.
A brincadeira foi feita por um programa chamado Plágio e exibido no Tocantins, em um canal local afiliado ao SBT. Apesar de ser apenas uma zombaria, o teor do conteúdo dividiu opiniões nos comentários do You Tube. E você, vai continuar a usar o Twitter depois dessa?
COMO ENSINAR OS ALUNOS DIGITAIS
a) Metodologia:
- ser mais rápido e sucinto ao transmitir a informação;
- utilizar ações paralelas;
- usar acessos aleatórios;
- organizar trabalho em grupo;
- permitir a partilha;
- estimular a criatividade.
b) Conteúdos:
* Saberes tradicionais:
- leitura e escrita;
- aritmética;
- pensamento lógico;
- compreensão dos textos e das ideias do passado.
* Novos saberes:
- mundo digital;
- tecnologia.
c) Recursos:
- Materiais adaptados à linguagem dos estudos digitais;
- Elaborar jogos de computador e outros tipos de software para qualquer conteúdo e disciplina;
- Pedir ajuda aos próprios estudantes digitais para ajudarem na invenção de novas metodologias para o ensino de qualquer matéria ou nível escolar.
QUAL É O PERFIL DO ESTUDANTE DIGITAL?
* Capacidade de comunicação: o jovem comunica muito com diferentes interlocutores em simultâneo, abandonando as formas tradicionais de comunicação, como a carta.
* Interesse pela partilha: o jovem utiliza a internet para partilhar suas emoções e a sua própria intimidade. Esta partilha emocional tornse mais importante que a partilha intelectual.
* Desejo de criar: são adeptos de construir sítios, filmes, avatares, outros mundos... utilizando ferramentas poderosas e inovadoras.
* Prazer em trocar: (música, filmes...) este prazer está relacionado com a necessidade de exprimir a sua própria personalidade.
* Habilidade para coordenar e gerir o trabalho em grupo: o aluno tem capacidade para gerir o trabalho em diferentes projetos em simultâneo e com diferentes parceiros, tal como o faz com os jogos interativos.
* Necessidade de avaliar: para se poder confiar e acreditar em quem não se conhece na internet, há a necessidade de avaliar sites de comportamentos online.
* Motivação para aprofundar a aprendizagem: o aluno, quando interessado numa temática, tem ao seu dispor um mundo de informação e recursos para explorar, o que torna a aprendizagem estimulante.
* Habilidade para pesquisar e filtrar informação essencial: habituado a aceder a muita informação ao mesmo tempo o jovem adquire esta habilidade.
* Prazer em transmitir informação: adoram reencaminhar informação e, mais uma vez, partilhar tudo o que têm.
* Capacidade de evoluir e de se adaptar: o jovem está sempre a modificar a sua forma de lidar com a tecnologia para facilitar sua vida.
(FONTE: http://www.slideshare.net/isabelcristinavale/nativos-digitais-e-imigrantes-digitais-m-prensky)
O NOVO ESTUDANTE DIGITAL
Os estudantes da atualidade são diferentes. Os professores terão de conhecer o perfil do estudante digital para dar início a uma nova etapa no processo de ensino-aprendizagem.
Cotidiano/ambiente do novo estudante digital:
- Computadores
- Jogos de video/computadores
- Aparelhos de música digital
- Câmaras digitais
- Telemóveis (iphone, ipad, ipod, smartphone, tablet)
- Redes sociais (Twitter, Orkut, Facebook, MSN)
- Internet
- Outros aparelhos e instrumentos digitais.
Características dos "novos alunos":
- recebem informação muito rápido;
- gostam de ações paralelas/múltiplas;
- preferem gráficos a textos;
- apreciam acessos aleatórios (hipertextos);
- gostam de trabalhar em rede;
- precisam de respostas/elogios instantâneos, recompensas frequentes;
- preferem jogos a trabalhos.
(FONTE: http://www.slideshare.net/isabelcristinavale/nativos-digitais-e-imigrantes-digitais-m-prensky)
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
FILMES: AMIGO BICHO/ CRIATURAS
Muito antes de Marley, os bichinhos já ensinavam valiosas e lacrimosas lições de vida. Tanto os terrestres quanto os que chegam de outros planetas - seriam bichos ou criaturas, já que costumam ser bem mais espertas que os humanos?
A CORAGEM DE LASSIE (1946)
BENJI (1974)
E.T. O EXTRATERRESTRE (1982)
O URSO (1988)
ERA UMA VEZ DOIS IRMÃOS (2004)
MARLEY & EU (2009)
A CORAGEM DE LASSIE (1946)
BENJI (1974)
E.T. O EXTRATERRESTRE (1982)
O URSO (1988)
ERA UMA VEZ DOIS IRMÃOS (2004)
MARLEY & EU (2009)
FILMES: HOLOCAUSTO
A perseguição e o massacre dos judeus pelos nazistas na II Guerra responde por um subgênero que além de emocionar costuma ser muito bem visto em Hollywood pelo Oscar.
O DIÁRIO DE ANNE FRANK (1959)
A LISTA DE SCHINDLER (1993)
A VIDA É BELA (1997)
O PIANISTA (2002)
OLGA (2004)
O MENINO DO PIJAMA LISTRADO (2008)
O DIÁRIO DE ANNE FRANK (1959)
A LISTA DE SCHINDLER (1993)
A VIDA É BELA (1997)
O PIANISTA (2002)
OLGA (2004)
O MENINO DO PIJAMA LISTRADO (2008)
FILMES: PERSEVERANÇA, SUPERAÇÃO DE ADVERSIDADES/INJUSTIÇAS
Quanto mais no fundo do poço for o protagonista, quanto maior for o seu sofrimento, mais emocionante é a volta por cima.
...E O VENTO LEVOU (1939)
A FELICIDADE NÃO SE COMPRA (1946)
A COR PÚRPURA (1985)
TOMATES VERDES FRITOS (1991)
EM NOME DO PAI (1993)
TERRA DE SONHOS (2002)
À PROCURA DA FELICIDADE (2006)
SETE VIDAS (2008)
...E O VENTO LEVOU (1939)
A FELICIDADE NÃO SE COMPRA (1946)
A COR PÚRPURA (1985)
TOMATES VERDES FRITOS (1991)
EM NOME DO PAI (1993)
TERRA DE SONHOS (2002)
À PROCURA DA FELICIDADE (2006)
SETE VIDAS (2008)
FILMES: PERDA DE PAI, MÃE, FILHO/SOFRIMENTO DE CRIANÇA
A cena de Bambi perdendo sua mãe no clássico da Disney traumatizou gerações e fez da ausência materna ou paterna um tema recorrente dos desenhos animados - não pode haver pesadelo maior para uma criança, A saga de pequenos órfãos e também de pais devastados pela perda ou doença de um filho testam os corações mais empedernidos.
O GAROTO (1921)
BAMBI (1942)
MARCELINO PÃO E VINHO (1955)
O CAMPEÃO (1979)
O ÓLEO DE LORENZO (1992)
O REI LEÃO (1994)
O QUARTO DO FILHO (2001)
OLIVER TWIST (2005)
A TROCA (2008)
O GAROTO (1921)
BAMBI (1942)
MARCELINO PÃO E VINHO (1955)
O CAMPEÃO (1979)
O ÓLEO DE LORENZO (1992)
O REI LEÃO (1994)
O QUARTO DO FILHO (2001)
OLIVER TWIST (2005)
A TROCA (2008)
FILMES: DEFICIÊNCIA FÍSICA/MENTAL
Daqueles abruptamente jogados na cadeira de rodas ou na cama do hospital - que entre o choque e a revolta são confrontados com a nova realidade - aos que enfrentam deficiências naturais com impressionante determinação.
AMARGO REGRESSO (1978)
O HOMEM ELEFANTE (1980)
RAIN MAN (1988)
NASCIDO EM 4 DE JULHO (1989)
MEU PÉ ESQUERDO (1989)
FORREST GUMP (1994)
UMA LIÇÃO DE AMOR (2001)
MAR ADENTRO (2004)
O ESCAFANDRO E A BORBOLETA (2007)
AMARGO REGRESSO (1978)
O HOMEM ELEFANTE (1980)
RAIN MAN (1988)
NASCIDO EM 4 DE JULHO (1989)
MEU PÉ ESQUERDO (1989)
FORREST GUMP (1994)
UMA LIÇÃO DE AMOR (2001)
MAR ADENTRO (2004)
O ESCAFANDRO E A BORBOLETA (2007)
FILMES: PAIXÃO INTERROMPIDA
No ardor da paixão, a tragédia, a doença ou o preconceito podem se interpor no caminho dos amantes. Por mais que a plateia torça pelo final feliz, não tem jeito.
O MORRO DOS VENTOS UIVANTES (1939)
ROMEU E JULIETA (1968)
LOVE STORY (1970)
GHOST - DO OUTRO LADO DA VIDA (1990)
TITANIC (1993)
O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN (2005)
O MORRO DOS VENTOS UIVANTES (1939)
ROMEU E JULIETA (1968)
LOVE STORY (1970)
GHOST - DO OUTRO LADO DA VIDA (1990)
TITANIC (1993)
O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN (2005)
FILMES: DOENÇA TERMINAL/DEGENERATIVA
A terrível revelação de que o fim está próximo é ainda mais devastadora quanto mais jovem é a vítima. É a hora em que o grande amor, os filhos e os amigos se preparam para a irreversível partida ou o progressivo mergulho no esquecimento. Em geral, são revistos momentos de felicidade, se tenta realizar planos postergados e acertar rusgas afetivas.
LAÇOS DE TERNURA (1983)
MINHA VIDA (1993)
FILADÉLFIA (1993)
MINHA VIDA SEM MIM (2003)
AS INVASÕES BÁRBARAS (2003)
DIÁRIO DE UMA PAIXÃO (2004)
CAZUZA - O TEMPO NÃO PARA (2004)
LONGE DELA (2007)
domingo, 14 de agosto de 2011
SUGESTÃO DE SITE INTERESSANTE PARA ESCOLAS
Um site muito legal é o
http://educarparacrescer.abril.com
Neste site existem inúmeras sugestões para trabalharmos o ano inteiro com nossos alunos.
LEIA INFORMAÇÕES:
Seu filho faz parte da chamada "geração Y". Também conhecida como geração da Internet, ela é composta por nascidos depois da década de 80 e tem como principal característica o seu crescimento em uma época de grandes avanços tecnológicos. Isso quer dizer que o computador faz ou fará parte da rotina dele (como a TV talvez tenha feito da sua). "As crianças e os adolescentes de hoje são nativos do computador e da internet. Já os adultos são imigrantes. São relações muito diferentes", afirma Melina Veiga, especialista em Tecnologias Interativas Aplicadas à Educação e professora de Informática do Colégio Santa Marcelina, em São Paulo.
Um dos principais símbolos dessa nova geração é justamente a internet. Seja ela via computador, seja via celular. A pesquisa Kids Expert 2008, encomendada pelo canal infantil Cartoon Network, mostra que 60% das meninas entre 7 e 15 anos ficam entre 30 minutos e quatro horas por dia conectados. Entre os meninos, o percentual é de 55%. Mais de 6 500 crianças foram entrevistadas no ano passado.
E o que essas crianças e esses adolescentes fazem na rede? Essa mesma pesquisa mostrou que eles passam boa parte do tempo em programas de mensagens instantâneas e redes sociais, como Orkut e Facebook, conversando com amigos e visitando álbuns de fotos - passatempos que não necessariamente acrescentam algo à formação intelectual.
O tempo passado na Internet pode ser voltado para o aprendizado e a aquisição de conhecimentos. Há diversos sites que incentivam o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes, ampliando o seu universo cultural. Combinando informação com diversão, eles são, também, um excelente passatempo, que podem entreter e divertir os jovens. "Há conteúdos muito ricos na internet, para todas as idades. Acessando sites adequados para a faixa etária, crianças e adolescentes poderão aproveitar o que há de melhor na rede", diz Helena Cortês, professora da Faculdade de Educação da PUC-RS.
É justamente por isso que os pais devem participar mais dessa navegação, dessa exploração do mundo, orientando os filhos e fazendo uma mediação durante os momentos em que ele usa o computador. Mesmo em sites seguros, de conteúdo educativo, pode haver "falha" na segurança. Sites voltados para crianças com comunidades que possibilitam a interação entre os internautas, por exemplo, precisam de moderação e de um bom sistema de cadastro. "Um dos maiores perigos da internet é a pedofilia. Em comunidades e sites de relacionamento, as crianças correm risco de se relacionar com pessoas mal intencionadas", alerta a educadora Luciana Allan, diretora técnica do Instituto Crescer para a Cidadania.
Outra recomendação dos educadores é que os pais atentem ao excesso de publicidade em determinadas páginas - há um projeto de lei em tramitação no Congresso que proíbe qualquer tipo de comunicação mercadológica voltada para crianças. "O apelo ao consumo por parte das crianças é algo condenável", afirma Maria Ângela Barbato Carneiro, professora da Faculdade de Educação da PUC-SP. Também é bom prestar atenção no tempo passado em frente ao computador. "É preciso evitar que o computador se transforme em uma babá eletrônica. Ele deve ser apenas um dos muitos recursos usados na Educação de crianças e adolescentes", recomenda Helena Cortês.
A equipe do Educar para Crescer fez uma lista de sites educativos para crianças e adolescentes e solicitou a avaliação de seis especialistas em Educação:
•Adriana Bruno, professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
•Helena Cortês, professora da Faculdade de Educação da PUC-RS
•Humberto Estevam, diretor de ensino do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro (IFTM)
•João Luís de Almeida Machado, doutor em Educação pela PUC-SP e coordenador pedagógico da Escola Moppe, em São José dos Campos (SP)
•Luciana Allan, diretora técnica do Instituto Crescer para a Cidadania
•Maria Ângela Barbato Carneiro, professora da Faculdade de Educação da PUC-SP
•Melina Veiga, especialista em Tecnologias Interativas Aplicadas à Educação e professora de Informática do Colégio Santa Marcelina, em São Paulo
Veja a seleção de sites para crianças e adolescentes avaliados pelos educadores. Preste atenção às recomendações e divirta-se com o seu filho!
http://educarparacrescer.abril.com
Neste site existem inúmeras sugestões para trabalharmos o ano inteiro com nossos alunos.
LEIA INFORMAÇÕES:
Seu filho faz parte da chamada "geração Y". Também conhecida como geração da Internet, ela é composta por nascidos depois da década de 80 e tem como principal característica o seu crescimento em uma época de grandes avanços tecnológicos. Isso quer dizer que o computador faz ou fará parte da rotina dele (como a TV talvez tenha feito da sua). "As crianças e os adolescentes de hoje são nativos do computador e da internet. Já os adultos são imigrantes. São relações muito diferentes", afirma Melina Veiga, especialista em Tecnologias Interativas Aplicadas à Educação e professora de Informática do Colégio Santa Marcelina, em São Paulo.
Um dos principais símbolos dessa nova geração é justamente a internet. Seja ela via computador, seja via celular. A pesquisa Kids Expert 2008, encomendada pelo canal infantil Cartoon Network, mostra que 60% das meninas entre 7 e 15 anos ficam entre 30 minutos e quatro horas por dia conectados. Entre os meninos, o percentual é de 55%. Mais de 6 500 crianças foram entrevistadas no ano passado.
E o que essas crianças e esses adolescentes fazem na rede? Essa mesma pesquisa mostrou que eles passam boa parte do tempo em programas de mensagens instantâneas e redes sociais, como Orkut e Facebook, conversando com amigos e visitando álbuns de fotos - passatempos que não necessariamente acrescentam algo à formação intelectual.
O tempo passado na Internet pode ser voltado para o aprendizado e a aquisição de conhecimentos. Há diversos sites que incentivam o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes, ampliando o seu universo cultural. Combinando informação com diversão, eles são, também, um excelente passatempo, que podem entreter e divertir os jovens. "Há conteúdos muito ricos na internet, para todas as idades. Acessando sites adequados para a faixa etária, crianças e adolescentes poderão aproveitar o que há de melhor na rede", diz Helena Cortês, professora da Faculdade de Educação da PUC-RS.
É justamente por isso que os pais devem participar mais dessa navegação, dessa exploração do mundo, orientando os filhos e fazendo uma mediação durante os momentos em que ele usa o computador. Mesmo em sites seguros, de conteúdo educativo, pode haver "falha" na segurança. Sites voltados para crianças com comunidades que possibilitam a interação entre os internautas, por exemplo, precisam de moderação e de um bom sistema de cadastro. "Um dos maiores perigos da internet é a pedofilia. Em comunidades e sites de relacionamento, as crianças correm risco de se relacionar com pessoas mal intencionadas", alerta a educadora Luciana Allan, diretora técnica do Instituto Crescer para a Cidadania.
Outra recomendação dos educadores é que os pais atentem ao excesso de publicidade em determinadas páginas - há um projeto de lei em tramitação no Congresso que proíbe qualquer tipo de comunicação mercadológica voltada para crianças. "O apelo ao consumo por parte das crianças é algo condenável", afirma Maria Ângela Barbato Carneiro, professora da Faculdade de Educação da PUC-SP. Também é bom prestar atenção no tempo passado em frente ao computador. "É preciso evitar que o computador se transforme em uma babá eletrônica. Ele deve ser apenas um dos muitos recursos usados na Educação de crianças e adolescentes", recomenda Helena Cortês.
A equipe do Educar para Crescer fez uma lista de sites educativos para crianças e adolescentes e solicitou a avaliação de seis especialistas em Educação:
•Adriana Bruno, professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
•Helena Cortês, professora da Faculdade de Educação da PUC-RS
•Humberto Estevam, diretor de ensino do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro (IFTM)
•João Luís de Almeida Machado, doutor em Educação pela PUC-SP e coordenador pedagógico da Escola Moppe, em São José dos Campos (SP)
•Luciana Allan, diretora técnica do Instituto Crescer para a Cidadania
•Maria Ângela Barbato Carneiro, professora da Faculdade de Educação da PUC-SP
•Melina Veiga, especialista em Tecnologias Interativas Aplicadas à Educação e professora de Informática do Colégio Santa Marcelina, em São Paulo
Veja a seleção de sites para crianças e adolescentes avaliados pelos educadores. Preste atenção às recomendações e divirta-se com o seu filho!
COMO TRABALHAR FILMES EM SALA DE AULA
Trabalhar com filmes em sala de aula pode ser extremamente gratificante, pois invariavelmente os resultados alcançados superam as expectativas dos professores. Para que isso aconteça é necessário que planejemos detalhadamente cada passo dessa iniciativa. Já tivemos a oportunidade de apresentar algumas das etapas desse planejamento em artigos disponibilizados pelo Planeta Educação. No presente texto retomamos a temática explorando especificamente algumas idéias e encaminhamentos que podem (e devem) facilitar ainda mais a ação dos professores interessados nesse poderoso e eficiente recurso. Para facilitar a leitura e a utilização dessas sugestões, organizamos sua apresentação em tópicos. Espero realmente que venham a ser de utilidade para muitos e muitos educadores que, como eu, apreciam a sétima arte e percebem em produções cinematográficas uma ferramenta e subsídio cultural valiosíssimo. Tenham um ótimo proveito em sua leitura e aulas...
• Os próximos passos quanto ao uso dos filmes em sala de aula referem-se à estruturação das estratégias e metodologias que orientarão parte das aulas. O que se quer, a princípio, é que as aulas sejam dinâmicas e atraentes para os estudantes. Para que isso ocorra é necessário que se organizem atividades que façam com que o educando participe ativamente dos procedimentos. Trabalhar com pequenos grupos e em situações de simulação da realidade são quesitos importantes para que os filmes possam ser discutidos e gerem produção escrita. Organização é outra palavra fundamental quando pretendemos trabalhar com grupos de estudantes; todos os detalhes de encaminhamento das atividades têm que ser apresentados antecipadamente para os estudantes. Aulas expositivas são importantes antes do filme ser mostrado ou logo depois da apresentação dos mesmos.
Trabalhar em pequenos grupos possibilita a troca de idéias, estimula a
cooperação, auxilia na resolução de dúvidas, incentiva a criatividade e
leva a melhores resultados finais apresentados aos professores.
• Aulas expositivas que são apresentadas antes do uso dos filmes têm o propósito de traçar um panorama geral do período histórico que está sendo estudado. Através desse perfil de época apresentado em aula o educando tem condições de comparar textos utilizados, informações apresentadas pelos professores, artigos de revistas especializadas, referências de jornais ou revistas de grande circulação com os filmes. O professor tem o compromisso de disponibilizar os recursos e mobilizar os alunos não apenas através de seminários, centralizando as ações, mas também atribuindo responsabilidades e mobilizando os alunos através de atividades que se desenvolvem durante as aulas que antecedem o uso dos filmes.
Os professores devem dar todas as orientações para que os trabalhos
sejam feitos da melhor forma possível; além disso, sempre que houver
a necessidade de novos esclarecimentos ou a resolução de dúvidas
deve ocorrer o pronto atendimento por parte dos mestres.
• Quando os filmes antecedem as aulas expositivas, a função do uso das películas é diferenciada em relação ao caso anteriormente apresentado. Os filmes são utilizados como recurso de chamamento dos educandos ao tema, tem o propósito de despertá-los para os temas em questão, introduzem o assunto em aulas. Mesmo nesse caso torna-se necessário que os professores procurem orientar as atividades no tocante ao filme, pedindo maior atenção quanto a determinados aspectos da história representada ou intercedendo nos momentos que considere apropriados (se necessário, parando a apresentação do filme em vídeo ou DVD). Não é recomendável que os estudantes façam anotações durante a apresentação do filme, isso dispersa a atenção dos mesmos para os detalhes da trama, do cenário, dos figurinos e de outros elementos representativos que podem ser utilizados pelo professor em suas atividades posteriores. As aulas expositivas que transcorrerem depois da apresentação devem ser utilizadas para referendar os pontos importantes disponibilizados pelo filme, aprofundar o assunto e introduzir idéias que tenham passado sem que tenham sido mencionadas; novamente cabe ao professor utilizar os recursos complementares para que as aulas sejam elucidativas, interessantes e para que a atenção e a participação dos educandos seja contínua.
Ambientar as aulas em situações como uma redação de jornal, uma
estação de rádio ou ainda como uma dramatização teatral pode
motivar os estudantes e levar a produção de trabalhos de ótimo nível.
• Se necessário, os trechos mais importantes podem ser apresentados uma segunda ou terceira vez, depois que as discussões e debates, assim como a redação sobre o material fílmico, já estiverem em curso durante as aulas.
• A proposta de trabalho em pequenos grupos tem o objetivo de fazer com que os educandos troquem idéias entre si, despertem uns nos outros a atenção quanto a aspectos que não foram percebidos, discutam questões propostas pelo professor e escrevam sobre o que viram. Existem vários trabalhos publicados quanto à utilização de técnicas e métodos de trabalho em aula, entre os quais destaco o livro “Manual de técnicas de dinâmica de grupo”, de Celso Antunes.
• A idéia de simulações como proposta de ação nas aulas do pós-apresentação do filme tem o propósito de aproximar os temas apresentados nos filmes da realidade em que vivem os alunos, tornando o assunto em questão ainda mais pulsante e vivo para os mesmos. Ambientar as aulas em situações como uma redação de jornal, uma estação de rádio, uma organização não-governamental ou uma secretaria de governo podem estimular os estudantes e fazer com que o resultado final dos trabalhos seja ainda mais interessante.
• Os próximos passos quanto ao uso dos filmes em sala de aula referem-se à estruturação das estratégias e metodologias que orientarão parte das aulas. O que se quer, a princípio, é que as aulas sejam dinâmicas e atraentes para os estudantes. Para que isso ocorra é necessário que se organizem atividades que façam com que o educando participe ativamente dos procedimentos. Trabalhar com pequenos grupos e em situações de simulação da realidade são quesitos importantes para que os filmes possam ser discutidos e gerem produção escrita. Organização é outra palavra fundamental quando pretendemos trabalhar com grupos de estudantes; todos os detalhes de encaminhamento das atividades têm que ser apresentados antecipadamente para os estudantes. Aulas expositivas são importantes antes do filme ser mostrado ou logo depois da apresentação dos mesmos.
Trabalhar em pequenos grupos possibilita a troca de idéias, estimula a
cooperação, auxilia na resolução de dúvidas, incentiva a criatividade e
leva a melhores resultados finais apresentados aos professores.
• Aulas expositivas que são apresentadas antes do uso dos filmes têm o propósito de traçar um panorama geral do período histórico que está sendo estudado. Através desse perfil de época apresentado em aula o educando tem condições de comparar textos utilizados, informações apresentadas pelos professores, artigos de revistas especializadas, referências de jornais ou revistas de grande circulação com os filmes. O professor tem o compromisso de disponibilizar os recursos e mobilizar os alunos não apenas através de seminários, centralizando as ações, mas também atribuindo responsabilidades e mobilizando os alunos através de atividades que se desenvolvem durante as aulas que antecedem o uso dos filmes.
Os professores devem dar todas as orientações para que os trabalhos
sejam feitos da melhor forma possível; além disso, sempre que houver
a necessidade de novos esclarecimentos ou a resolução de dúvidas
deve ocorrer o pronto atendimento por parte dos mestres.
• Quando os filmes antecedem as aulas expositivas, a função do uso das películas é diferenciada em relação ao caso anteriormente apresentado. Os filmes são utilizados como recurso de chamamento dos educandos ao tema, tem o propósito de despertá-los para os temas em questão, introduzem o assunto em aulas. Mesmo nesse caso torna-se necessário que os professores procurem orientar as atividades no tocante ao filme, pedindo maior atenção quanto a determinados aspectos da história representada ou intercedendo nos momentos que considere apropriados (se necessário, parando a apresentação do filme em vídeo ou DVD). Não é recomendável que os estudantes façam anotações durante a apresentação do filme, isso dispersa a atenção dos mesmos para os detalhes da trama, do cenário, dos figurinos e de outros elementos representativos que podem ser utilizados pelo professor em suas atividades posteriores. As aulas expositivas que transcorrerem depois da apresentação devem ser utilizadas para referendar os pontos importantes disponibilizados pelo filme, aprofundar o assunto e introduzir idéias que tenham passado sem que tenham sido mencionadas; novamente cabe ao professor utilizar os recursos complementares para que as aulas sejam elucidativas, interessantes e para que a atenção e a participação dos educandos seja contínua.
Ambientar as aulas em situações como uma redação de jornal, uma
estação de rádio ou ainda como uma dramatização teatral pode
motivar os estudantes e levar a produção de trabalhos de ótimo nível.
• Se necessário, os trechos mais importantes podem ser apresentados uma segunda ou terceira vez, depois que as discussões e debates, assim como a redação sobre o material fílmico, já estiverem em curso durante as aulas.
• A proposta de trabalho em pequenos grupos tem o objetivo de fazer com que os educandos troquem idéias entre si, despertem uns nos outros a atenção quanto a aspectos que não foram percebidos, discutam questões propostas pelo professor e escrevam sobre o que viram. Existem vários trabalhos publicados quanto à utilização de técnicas e métodos de trabalho em aula, entre os quais destaco o livro “Manual de técnicas de dinâmica de grupo”, de Celso Antunes.
• A idéia de simulações como proposta de ação nas aulas do pós-apresentação do filme tem o propósito de aproximar os temas apresentados nos filmes da realidade em que vivem os alunos, tornando o assunto em questão ainda mais pulsante e vivo para os mesmos. Ambientar as aulas em situações como uma redação de jornal, uma estação de rádio, uma organização não-governamental ou uma secretaria de governo podem estimular os estudantes e fazer com que o resultado final dos trabalhos seja ainda mais interessante.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
A TELEVISÃO E O VÍDEO NA ESCOLA
A televisão, o cinema, a Internet e demais tecnologias nos ajudam a realizar o que já fazemos ou que desejamos. Se somos pessoas abertas, nos ajudam a comunicar-nos de forma mais confiante, carinhosa e confiante; se somos fechadas, contribuem para aumentar as formas de controle. Se temos propostas inovadoras, facilitam a mudança.
Educar com novas tecnologias é um desafio que até agora não foi enfrentado com profundidade. Temos feito apenas adaptações, pequenas mudanças. Agora, na escola, no trabalho e em casa, podemos aprender continuamente, de forma flexível, reunidos numa sala ou distantes geograficamente, mas conectados através de redes de televisão e da Internet. O presencial se torna mais virtual e a educação a distância se torna mais presencial. Os encontros em um mesmo espaço físico se combinam com os encontros virtuais, a distância, através da Internet e da televisão.
Estamos aprendendo, fazendo. Os modelos de educação tradicional não nos servem mais. Por isso é importante experimentar algo novo em cada semestre. Fazer as experiências possíveis nas nossas condições concretas. Perguntar-nos no começo de cada semestre: “O que estou fazendo de diferente neste curso? O que vou propor e avaliar de forma inovadora?” Assim, pouco a pouco iremos avançando e mudando.
Podemos começar por formas de utilização das novas tecnologias mais simples e ir assumindo atividades mais complexas. Experimentar, avaliar e experimentar novamente é a chave para a inovação e a mudança desejadas e necessárias.
Caminhamos para uma flexibilização forte de cursos, tempos, espaços, gerenciamento, interação, metodologias, tecnologias, avaliação. Isso nos obriga a experimentar pessoal e institucionalmente a integração de tecnologias audiovisuais, telemáticas (Internet) e impressas.
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